Vai faltar cadeia...

Mergulho no lixo. Campanha do PT já é caso de Polícia

Agora é o mergulho no lixo mesmo. Não bastassem as mentiras óbvias sobre a intenção dos tucanos de privatizar o pré-sal e a Petrobras, a campanha de Dilma acaba de levar ao ar a reportagem do SBT que falsifica a violência cometida pelos petistas. Não era o bastante. Os petistas acusaram Serra de criar uma farsa sem uma miserável palavra de censura às violências cometidas pelos petistas. Nunca antes na história destepaiz… Não se trata apenas de um caso de direito de resposta. É um caso de polícia.
Por Reinaldo Azevedo

Denúncias de todo país chegam ao Comitê Serra 45

Terrorismo petralha em ação.
Denúncias de todo país chegam ao Comitê Serra 45: mercenários estão atacando carros com adesivos e constrangendo simpatizantes.
Copie este selo e ajude a proteger os brasileiros. Espalhe pela rede. Envie para os amigos. É hora de evitar que pessoas inocentes continuem sendo agredidas.

...A campanha adversária, cheia de ódio plantado dia após dia pelo líder máximo, espalhou, nas principais cidades, turbas de militantes pagos  para constranger simpatizantes da oposição, atacando carros com adesivos, xingando e ofendendo os eleitores. Fiquem atentos. Não respondam as provocações. Não corram riscos. Não enfrentem a escória escolhida a dedo pela pelegada sindical. Orientem o eleitor a não ter qualquer tipo de enfrentamento. É gente treinada para promover balbúrdias e incidentes. Lembrem ao eleitor que, na hora de votar, não há nada a temer, visto que o voto é secreto e, lá dentro, ninguém poderá
saber da sua escolha. 
Enviem denúncias para o Blog, que serão publicadas. Coturno Noturno
(Via Facebook) 

Dilma: uma biografia trancada a sete chaves


A Advocacia Geral da União e o Superior Tribunal Militar estão desrespeitando o cidadão brasileiro, que tem sim o direito de conhecer a vida de uma candidata a "presidenta" (como prefere a resguardada Dilma).

Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) afirmaram ontem que não existe impedimento legal para que a Folha tenha acesso ao processo da candidata petista Dilma Rousseff, arquivado em um cofre no STM (Superior Tribunal Militar).
"É inexplicável que tenhamos obstáculos ao acesso à história deste país", disse o ministro Marco Aurélio Mello. "O princípio maior é a publicidade. Não vejo obstáculo constitucional", disse.

O ministro Carlos Ayres Britto concorda: "Em linha de princípio, [o processo de Dilma] é um documento público". Ele cita o artigo 5º da Constituição: "Todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral".

Assim também pensa Gilmar Mendes. "É um documento de caráter histórico. Em tese, não teria problema em ter acesso", disse.
O próprio advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, disse que "a regra geral é a da publicidade".

Um outro ministro do Supremo, pedindo reserva, disse que achou "estranho" o pedido de vista da AGU, que para ele pareceu mais uma "manobra" para que o caso não fosse julgado.

Adams, no entanto, afirma que a AGU só fez seu trabalho -que é defender juridicamente o governo. Segundo ele, houve um erro no processo: o órgão deveria ter sido intimado pelo relator a participar do processo, o que não aconteceu.

Em agosto, a Folha revelou que o processo que levou Dilma à prisão na ditadura (1964-85) foi retirado dos arquivos e trancado em cofre por ordem do presidente do STM, Carlos Alberto Marques Soares. Ele o mantém em sigilo, segundo diz, para evitar uso político do material. A Folha requisitou acesso, que foi negado por Soares.
O jornal, então, protocolou mandado de segurança que começou a ser julgado pelo plenário do STM no último dia 5, mas foi interrompido por um pedido de vista.

O caso foi retomado anteontem, mas, a pedido da presidência do STM, a AGU pediu acesso à ação, levando a nova suspensão.
O advogado-geral da União disse que foi procurado pelo presidente do STM um dia antes do julgamento ser retomado. "Eu liguei para ele para conversar sobre várias coisas. Na conversa, surgiu a questão de se a AGU faria ou não a defesa do ato dele.

Depois ele me ligou solicitando essa intervenção".
Para o advogado Roberto Delmanto Jr., "causa estranheza o pedido da AGU no meio do julgamento, semanas antes das eleições".
O cientista político Jorge Zaverucha, autor de estudos sobre as Forças Armadas, afirma que a Folha está "corretíssima" de pedir os documentos e considera que a atitude do STM "em nada favorece a democracia". Para ele, não cabe ao STM prejulgar o uso que se fará dos dados.

(Da Folha de São Paulo)

Agora, uma coisa é certa, Serra tem que ser mais contundente. Não adianta chegar com indiretas,  como ele tem feito, afirmando que sua biografia não está trancada em um cofre. O povo nem sabe do que ele está falando.

Ele deve chegar no próximo debate e perguntar: o que ocorreu nos 3 anos em que você esteve presa, por querer instituir uma ditadura comunista no Brasil, que os militares estão escondendo em um cofre a seu pedido? você acha certo, Dilma, que o eleitor desconheça o que aconteceu em sua vida por 3 anos? que não saiba quem você é? você acha que tem direito a pedir votos a quem sequer te conhece?

Algumas perguntas à Polícia Federal

A excelente Dora Kramer, ao final de seu artigo de hoje, lança algumas perguntas à Polícia Federal que, todos nós, brasileiros decentes, gostaríamos de ver respondidas.

"Por exemplo: por que o jornal Estado de Minas mandou um repórter a São Paulo coletar dados com objetivo de "proteger" o então governador? E proteger do quê, de uma ofensiva de José Serra? Quem pagou pela quebra do sigilo: o jornal, o governo do Estado ou Amaury? Se Amaury foi roubado, o que fazia na reunião com o setor de "inteligência" da pré-campanha do PT onde se negociavam as informações que viriam a fazer parte do dossiê entregue em junho de 2010 ao jornal Folha de S. Paulo?"

De quebra, é mais uma a tecer críticas, ainda que veladas, à inação do Ministério Público.

Leia a íntegra aqui.

Nota oficial do PSDB sobre quebra de sigilo na Receita Federal

"O Brasil assiste atônito à mais grave evidência de uso político e partidário das instituições do Estado, agravada pela manipulação de documentos oficiais sob responsabilidade direta do Poder Público.
Primeiro, o presidente da República anuncia ao País que a Polícia Federal se pronunciará sobre a investigação a respeito da quebra do sigilo fiscal de integrantes do PSDB, numa demonstração explícita de que o conteúdo do posicionamento de uma investigação policial, que se pretendia isenta e sigilosa, seria favorável ao seu partido, o PT.
O Brasil então quer saber:
Se o assunto é tão relevante a ponto de merecer a participação direta do presidente da República, por que a Polícia Federal não divulgou a íntegra dos depoimentos?
A resposta é simples. A leitura dos depoimentos joga por terra toda a farsa montada pelo PT para esconder as vergonhosas e inaceitáveis ações que ocorreram verdadeiramente dentro do comitê da campanha da candidata Dilma Rousseff, em Brasília.
Nas últimas 24 horas o PT, o presidente Lula e a candidata Dilma Rousseff usaram de todos os meios para dizer aos brasileiros que a criminosa ação de venda e de vazamento de dados sigilosos da Receita Federal ocorreu a partir de uma disputa interna do PSDB entre José Serra e Aécio Neves. Disseram isso publicamente a jornalistas e aos eleitores brasileiros.
A candidata Dilma Rousseff afirmou literalmente que o jornalista sob investigação, Amaury Ribeiro Júnior, em seu depoimento à Polícia Federal, teria declarado “que fez o trabalho dentro de um conflito entre dois candidatos à presidência dos tucanos”. Dilma avalizou perante o País inteiro a versão de que o vazamento de dados fiscais da família de José Serra foi uma iniciativa com o objetivo de proteger o governador Aécio Neves contra dossiês feitos por pessoas ligadas ao governador Serra.
A leitura do depoimento prestado pelo jornalista à Polícia Federal, no entanto, revela exatamente o contrário e joga por terra a tentativa do PT de fraudar a verdade: em nenhum momento o jornalista disse ter feito qualquer investigação com o objetivo de proteger o governador de Minas de ações de pessoas ligadas ao governador Serra.
O depoimento é inequívoco ao mostrar as digitais dos responsáveis por negociações e estratégias inaceitáveis num processo de disputa eleitoral de um País democrático. Os nomes estão declarados pelo jornalista e não são de tucanos, e sim do PT.
O depoimento do jornalista Amaury Ribeiro Júnior traz revelações importantes e necessárias para conhecimento e reflexão dos eleitores brasileiros. São elas:
1- O jornalista diz textualmente que houve pelo menos duas reuniões de integrantes do comitê da campanha de Dilma Rousseff, com data, hora e endereços identificados em Brasília, com o objetivo de contratar serviços de espionagem contra José Serra.
2- Que o comitê da candidata Dilma analisou propostas financeiras feitas para contratação de serviços de espionagem contra integrantes do próprio PT e contra integrantes do PSDB.
3- Que havia uma disputa interna por poder entre dirigentes do PT dentro do comitê da candidata em Brasília.
4- E, por fim, o jornalista atribui claramente a Rui Falcão, do PT, o vazamento dos dados fiscais obtidos por ele.
O depoimento do jornalista revela mais:
Que a obtenção dos dados fiscais ocorreu no final de setembro em data na qual Amaury Ribeiro Júnior, não trabalhava mais para o jornal Estado de Minas. Documentos da empresa mostram que o jornalista encontrava-se em férias, tendo voltado em 14 de outubro para pedir demissão.
Que enquanto trabalhava no jornal, suas despesas eram custeadas pela empresa e, durante o período das férias, suas despesas passaram a ser custeadas por pessoas. Quem pagava as despesas de Amaury? Por que ele sempre passava por Brasília antes de seguir para São Paulo, conforme demonstra a investigação?
As perguntas que o País quer ver respondidas são de quem era o dinheiro que despachante Dirceu Rodrigues Garcia disse à Polícia Federal ter recebido em sua conta corrente em agosto deste ano?
O presidente da República e Dilma Rousseff devem ainda explicar ao País quem autorizou a integrantes do comitê da candidata a fazer negociações de contratos para espionagem e que envolveriam até a contratação de transporte de dinheiro de Caixa 2, conforme afirmou o jornalista em seu depoimento à Polícia Federal.
Todos, incluindo o PSDB, esperam os esclarecimentos que se fazem necessários e urgentes ao País.
Senador Sérgio Guerra
Presidente Nacional do PSDB
Brasília, 21 de outubro de 2010."
 
E ninguém me tira da cabeça que o lamentável episódio de ontem, a agressão a José Serra, que nos envergonhou perante o mundo inteiro, foi proposital, para desviar as atenções desse caso de mais um evidente aparelhamento do Estado em favor de um partido que (ainda e não por muito tempo) está no poder.