O Superior Tribunal Militar acaba de liberar os arquivos dos processos onde figura como ré a presidenta eleita Dilma Rousseff, dos tempos do regime militar. O acesso aos documentos havia sido solicitado há meses, em ação, pelo jornal Folha de S. Paulo.
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E agora, José? (ou, tarde vem o que nunca chega)
Saiu no Cláudio Humberto, agora:
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Dilma, o cofre e as indenizações
Muito oportuna a matéria publicada no Prosa & Política de Adriana Vandoni: Há algo de muito podre dentro do armário da nova presidente.
Volta (ou continua) a discussão de que teria ela sido (ou não) "barbaramente torturada" e se delatou ou não seus "companheiros".
O artigo informa:
"O historiador o historiador Carlos Fico, da UFRJ e coordenador-geral do Centro de Referências das Lutas Políticas no Brasil, criado pelo governo federal para reunir e divulgar os documentos secretos do regime militar anunciou a sua renúncia (3/11). A decisão, segundo ele, foi tomada depois que o Arquivo Nacional passou a negar para pesquisadores acesso aos acervos da ditadura “sob a alegação de que jornalistas estariam fazendo uso indevido da documentação, buscando dados de candidatos envolvidos na campanha eleitoral”."
E esclarece que "o Arquivo Nacional é uma instituição brasileira ligada diretamente à Casa Civil, da Presidência da República, responsável pela gestão da produção documental da administração pública federal. Portanto quem está bloqueando as informações é a Casa Civil."
Há 10 dias atrás, evidentemente, o conteúdo dos arquivos era ainda mais relevante, necessário para uma eleição limpa, para se conhecer os candidatos.
Lamentavelmente, o Poder Judiciário (STF e STM), acionados por Polibio Braga e pela Folha de São Paulo, como se sabe, não nos permitiram conhecer a então candidata e agora,presidente eleita. Nem em nome da democracia.
A Ministra Carmem Lúcia, do STF, barrou o processo da Folha. O do Políbio ainda está na mesa do Ministro Marco Aurélio de Melo, também do STF. Não se sabe quando nem se, se dignará a apreciá-lo.
Mas a questão não perdeu a relevância.
No dia 3 de novembro, primeiro dia útil pós-eleição, o Ministério Público Federal em São Paulo ajuizou ação civil pública contra quatro militares reformados. Eles foram acusados de participação na morte e no desaparecimento de, pelo menos, seis pessoas e de torturar 19 presos políticos detidos pela Oban (Operação Bandeirante ), montada pelo Exército no final da década de 1960, durante o regime militar. Na petição inicial, diversas páginas com citações "a casos de tortura contra a presidenta eleita Dilma Rousseff, presa e torturada em 1970" ajudam a embasar a ação.
A ação objetiva obter a responsabilização civil (leia-se, indenização) dos envolvidos com violações de direitos humanos durante o regime militar.
Paralelamente, há que se lembrar que a presidente eleita move um processo contra o País que irá governar pedindo "reparação econômica pelos anos de perseguição da ditadura e também contagem de tempo para aposentadoria." (nada demais, o atual presidente já recebe, há muitos anos, os frutos da ação que moveu contra o Brasil...)
Em minha modesta opinião, necessário se faz, ainda, abrir o cofre.
Em minha modesta opinião, necessário se faz, ainda, abrir o cofre.
Quem é do bem?
Essa vem do grupo do Facebook: Eu prefiro quem privatiza do que quem incha a máquina de amigos corruptos!
Vale a divulgação:
Campanha nada anônima, "presidente"
O nosso suposto presidente (cargo vago enquanto faz politicagem) disse na campanha da sua marionete que estamos fazendo campanhas difamatórias anônimas. (hoje propaganda publicitária representada por uma atriz que nos remete como "do mal")
Pois bem, Lulla (com 2L, SEMPRE), não sou anônimo e faço campanhas contra a corrupção que o senhor mesmo chamou de “sistemática”.
Em minhas campanhas prego que os temas políticos devam ser debatidos, pois sua politicagem é de deseducação política, tentando desqualificar toda e qualquer fonte de informação do eleitorado. (como se não bastasse o ataque contínuo à imprensa, agora ataca os internautas)
O senhor faz campanha contra privatizações, mas nunca explorou o tema, senão apenas como se fosse algo “do mal”. (pergunte para o seu eleitorado se a telefonia piorou; mostre os números dos empregos gerados pelas privatizações, ou o valor de impostos pagos por estas empresas em relação aos lucros quando eram estatais).
O senhor só anda com pessoas que frequentam os noticiários do submundo político; personagens centrais de todas as denúncias de corrupção dos últimos 8 anos, e quer “colar” em nós, que lutamos contra isso, o rótulo de “do mal”?
Quando pede para que quem receba nossos e-mails respondam com uma "corrente do bem", cuidado, pois no seu mundo maniqueísta, o senhor e seus amigos não estão nem próximos “do bem”.
Ou o senhor acha que alguém (eu adicionaria aqui "alguém decente") considera “do bem” seus amigos Erenice, Sarney, Collor, Dirceu, Palocci, Genuíno, etc.? Amigos íntimos, pois frequentam sua casa. (grupo ao qual pertence a presidenciável Dil-má)
“Presidente”, neste maniqueísmo, nós somos do bem, pois lutamos contra a sua ditadura, seu apego ao Poder, sua imoralidade, a desonestidade de todos os que te rodeiam (e não acredito que alguém possa estar limpo no meio de um mar de lama) sem falar de filhos bilionários que vendem empresas quase inexistentes para empresas de economia mista (dinheiro público), funcionários fantasmas, lobistas (não só filhos, alguns irmãos também, certo coronel, ops, digo, "presidente")
Fora Lulla! Não te quero mais!
Dil-má nunca!!!
Dil-má nunca!!!
Felippe Mendonça
Hoje o Serra é a ESPERANÇA de um governo menos corrupto. E o governo Lulla prega o MEDO contra as privatizações. Repassem o convite clicando em "selecionar amigos para enviar convites" - convidem todos os seus amigos. Vamos tornar essa campanha politicamente relevante. Proponho que o tema privatização seja debatido aqui. Quem é contrário, que argumente. Quem é favorável, idem. Mas que isso seja feito de forma civilizada. _______________________________________________________ Sou só um democrata lutando como democratas: com a caneta! Campanha “Eu prefiro quem privatiza a quem incha a máquina de amigos corruptos” http://www.facebook.com/event.php?eid=151460848224053 Chega de Erenices! - Chega de desculpas como "eu não sabia" Chega de permissivos da corrupção "Todos roubam" "Rouba, mas faz" etc. A principal crítica do PT ao PSDB se refere às privatizações. Pois bem: então eu prefiro quem privatiza do que quem incha a máquina estatal de amigos corruptos. Abaixo à ditadura petista!A máquina está cheia de Erenices, pois a política petista é de domínio total do aparelho estatal. A privatização é justamente o combate à máquina inchada e corrupta. O PT dominou os 3 Poderes O Legislativo continuará os próximos 4 anos em suas mãos, graças aos Tiriricas, Sarneys, Collors etc. que, através de seus afilhados, garantiram que este poder continue entregue ao PT O Lula indicou a maioria dos Ministros do STF, o próximo presidente não terá essa oportunidade. Portanto precisamos tirar o PT do executivo. Lembrando que o que configura uma ditadura é a concentração dos 3 Poderes nas mãos de uma única pessoa ou grupo. Repassem essa campanha a todos os seus amigos | |
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Plano Nacional de Direitos Humanos - PNDH3
Você ainda não sabe exatamente qual a política que o PT pretende implantar no Brasil?
Já ouviu falar no PNDH3 e não entende exatamente o que é?
Assista ao vídeo do brilhante jurista Ives Gandra da Silva Martins, em entrevista no Programa do Jô.
É só clicar ao lado.
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